Sexta, 08 Agosto 2014 19:36

Moradores pedem solução para alagamentos em Imbé

Após 12 anos de espera família Bitencourt ainda não teve nenhuma resposta satisfatória sobre soluções para os alagamentos na rua Getúlio Vargas 

Os moradores da rua Getúlio Vargas em Imbé há cerca de 12 anos convivem com um grave problema, a água parada que se acumula no meio fio. Nos dias chuvosos a situação é ainda mais difícil, sendo quase impossível sair de casa a pé. Quem se arrisca a usar o carro ainda está sujeito a ter danos no seu patrimônio devido aos buracos que se espalham pela rua. Na Av. Carazinho, que faz esquina com a rua Getúlio Vargas, a situação também é difícil, em alguns pontos da via pública, muitos veículos inclusive já ficaram atolados.
“Fui até a prefeitura diversas vezes, e só me dizem que é preciso esperar”.
Antônio Bitencourt mora há 2 anos, na rua Getúlio Vargas, ele comprou a casa do irmão, que já vivia no local há 12 anos, junto com a residência veio também os problemas de alagamentos. “Vi meu irmão durante 12 anos tento dificuldade para sair de casa sempre que chovia. Faz dois anos que comprei a casa dele, e vivo na luta para que alguém resolva o problema e nada. Já fui até a prefeitura diversas vezes, e só me dizem que é preciso esperar”.
Para piorar ainda mais a situação, Bitencourt comenta que a Administração Municipal realizou capina na rua Getúlio Vargas há duas semanas, e não recolheu o lixo, material que acaba se espalhando com o vento e entupindo as bocas de lobos, uma das estruturas encontra-se aberta, o que facilita a entrada de resíduos e agrava os alagamentos.
O morador afirma ainda que faça chuva ou faça sol a água parada sempre se concentra no meio fio, com um odor insuportável, porém, quando chove a situação se agrava, e sair de casa torna-se uma difícil missão. “Sair ‘a pé’ não tem como, tem que ser de carro, e com cuidado para não estragar o automóvel”.
“Já atolei o meu carro quatro vezes na Av. Carazinho, esquina com a rua Canguçú”
Às vezes nem com muito cuidado é possível evitar os danos ao patrimônio, foi o que aconteceu com o morador Paulo Roberto Junior, ele já atolou o carro quatro vezes, na rua Carazinho, esquina com a rua Canguçú, o local está localizado há apenas duas quadras da rua Getúlio Vargas. “Toda essa quadra alaga, e minha sogra mora na rua Canguçú, por isso, vou com frequência naquela rua, e já atolei o meu carro quatro vezes na Av. Carazinho, esquina com a rua Canguçu. E tenho um corsa classic, é um veículo alto até”.
Junior fala sobre os prejuízos que já teve no local, “a primeira vez que atolei quebrei todo o paralama, um novo é R$300, já entortei a roda da minha moto também nos buracos, ai aumenta a conta”.
Tentando amenizar a situação, os moradores da Av. Carazinho fizeram uma espécie ‘de valo’, para que a água possa escoar de forma mais rápida, porém, a solução encontrada pela população não resolve o problema.
De acordo com o secretário de Obras e Viação, Dilson Barbosa, o valão da Av. Carazinho e da Av. Não Me Toque foram limpos e drenados essa semana. Ele garante que até a próxima semana serão iniciados os reparos na Av. Carazinho e na ruas da proximidade, como a rua Cangaçú e a rua Getúlio Vargas. “Nosso município há muitos anos não vinha recebendo manutenção da forma correta. Gostaríamos de atender todas as demandas de forma rápida, mas isso infelizmente não é possível, vamos resolver todos os problemas, mas dando prioridade aos casos mais graves”, explica o secretário.
Sobre a capina que ainda não havia sido recolhida na rua Getúlio Vargas, Barbosa, diz não conhecer essa situação e se compromete a verificar o que aconteceu.

 

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