Sexta, 05 Setembro 2014 14:09

Longe ou perto irmãos permanecem unidos por laços de amor

No dia do Irmão, conheça diferentes histórias de famílias do Litoral Norte

 

Para o amor de irmão não importa a distância, o tempo ou as adversidades, o dia 5 de setembro é destinado para homenagear esta união que nasce na infância e estende-se por toda a vida.

É difícil definir a origem do Dia do Irmão, na Índia os hindus destinam essa data para lembrar a prática do perdão, da reconciliação e do reencontro. Para os católicos, o dia 5 de setembro lembra o falecimento da madre Teresa de Calcutá conhecida por sua bondade e amor ao próximo, características fundamentais em qualquer irmão.  Independente da crença, o dia 5 de setembro lembra que as pessoas devem estender os fortes elos de irmão com todos os seres humanos.

“Desde pequeno nós gostamos de vídeo game, hoje nós jogamos os mesmos jogos, curtimos o mesmo tipo de música, quase nunca brigamos”

Elo como os dos irmãos Jonas Gomes 23 anos e Vladimir Gomes 34, eles sempre trabalharam juntos, primeiramente com artesanato e hoje administram uma lan house, ambos moram no mesmo pátio e dividem não só o ambiente familiar e a rotina de trabalho, como também, as alegrias e tristezas da vida. “Desde pequeno nós gostamos de vídeo game, hoje nós jogamos os mesmos jogos, curtimos o mesmo tipo de música, quase nunca brigamos”, afirma Jonas. Vladimir admite que quando está com algum problema, ou precisa de um conselho procura o irmão. “Eu vou falar com ele. A gente senta conversa, faz bem”.

“Ela me ensinou a vida”

Contrário a essa rotina está à história das irmãs Mercedes Stertz Brixner 64 anos, e Teresa Stertz Brixner 72, ambas não se veem há 12 anos. Mercedes e Tereza eram muito ligadas na infância e adolescência. Tereza era quem ajudava Mercedes nos deveres da escola e nos problemas pessoais. “Ela me ensinou a vida”, disse Mercedes emocionada.

A família de Mercedes é de três irmãs que por coincidência ou destino se casaram com três irmãos, Pio Brixner 64 anos, marido de Mercedes, também não vê o irmão Hilário 85 anos, casado com Teresa, há 12 anos. “Sempre fomos muito unidos, o Hilário era meu professor, ele que me ensinou as principais lições da escola e da vida”, conta.

Pio explica que no início do casamento ambos os irmãos moravam com as esposas no Paraná, mas ele e Mercedes resolveram sair do Estado em busca de emprego para eles e os filhos e acabaram se desencontrando.

“Quando éramos mais novos, eu e o Hilário dividíamos a bicicleta para ir ver as irmãs... Isso já faz tanto tempo, como eu tenho saudade”.

O casal, hoje, encontra conforto um no outro para afastar a saudade da família. “A gente chora, reza, conversa, recordamos o passado, assim, sinto minha irmã mais perto de mim”, desabafa Mercedes.

Ambos esperam reunir a família novamente, porém, apesar da distância o sentimento ainda é igual. “Faz tantos anos que não vejo minha irmã, mas o amor continua o mesmo, só a saudade que aumenta. Quero vê-la de novo, esse é o meu grande desejo”, revela Mercedes, Pio, ainda completa. “Quando éramos mais novos, eu e o Hilário dividíamos a bicicleta para ir ver as irmãs... Isso já faz tanto tempo, como eu tenho saudade”. 

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