Pedreiro fala sobre difícil arte de erguer casas
Sexta, 12 Dezembro 2014 17:27

Pedreiro fala sobre difícil arte de erguer casas

 

 

O sábado (13) é dedicado a estes profissionais que com o suor do seu trabalho garantem a moradia de muita gente

 

O pedreiro foi um dos primeiros operários da história da humanidade, o livro mais vendido do mundo, ou seja, a Bíblia já trazia relatos dessa profissão. Tramandaí, que já teve a base de sua economia na pesca, hoje, tem grande sustentação na construção civil e depende desses homens e mulheres que com o suor do seu trabalho levantam mais do que casas e prédios, e sim seguem construindo a história da cidade. O sábado (13) é dedicado a homenagear os pedreiros, pessoas geralmente de origem humilde que se esforçam de sol a sol para garantir o sustento do dia a dia.

Durante muitas gerações a pesca era a principal atividade dos moradores do Município, a partir do final da década de 1980, com o crescimento da cidade, essa realidade foi se transformando, e hoje, o comércio e a construção civil formam a base econômica de Tramandaí. É possível visualizar diversos prédios sendo erguidos na cidade, no entanto, quem constrói esses edifícios dificilmente podem morar nos prédios que ergueram com a força do seu trabalho. Ainda assim, muitos jovens tendem a seguir a profissão de pedreiro, pois, o salário costuma ser maior do que o ofertado no comércio.

Esse é o caso de Gabriel de Lima Morige, 26 anos, ele começou atuar como pedreiro junto com o pai aos 15 anos e acabou seguindo nessa atividade. “Não escolhi essa profissão, a vida me pôs aqui, foi o que deu para fazer”.

Morige trabalha de segunda a sexta, 8h por dias, e afirma que o trabalho é muito cansativo. “É um serviço pesado, e precisa ter muita atenção para fazer tudo direitinho. Se algo fica ‘meia-boca’ não tem jeito, o esforço é redobrado, pois temos que refazer, mas eu trabalho direito ai não tenho esse problema”, garante.

O pedreiro explica que costuma trabalhar em duas obras distintas e cada prédio leva cerca de dois anos para ser construído, contudo, ele acredita que essa foi sua melhor opção até o momento. “Acho que o salário compensa”, completa. 

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