Sexta, 02 Outubro 2015 18:57

Motoristas temem perder a vida ao trafegar pela ERS 786

Diversos buracos são encontrados em diferentes pontos da via pública

A Av. Minas Gerais (também conhecida como ERS 786) em Nova Tramandaí se transformou em um verdadeiro ‘festival de buracos’.  Em um ponto da via o problema é tão intenso que os motoristas precisam trafegar pela contramão temendo estragar o veículo na perfuração do asfalto.

A Av. Minas Gerais é uma das mais movimentadas do Município, contando com grande trânsito de veículos e pedestres, ainda assim, há meses o local está tomado por buracos, que só pioraram com as últimas chuvas. Já na entrada de Nova Tramandaí é possível ver as verdadeiras ‘crateras’, na esquina da Av. Perimetral com a Av. Minas Gerais há inúmeras perfurações. O local é bem em frente à Praça da Coruja, espaço público que é cuidado pela comunidade e freqüentado por muitos idosos e crianças.

Seguindo pela via, os buracos só aumentam e o ponto mais crítico é na Av. Minas Gerais, próximo a Av. Recife. Ali o problema é tão intenso que o trecho está intransitável, e os motoristas temendo estragar os veículos, se arriscam, e andam pela contramão.

Continuando o percurso na entrada de Oásis, próximo a sinaleira do Balneário, mais buracos, e alguns metros à frente, ainda mais perfurações atrapalham o trajeto dos motoristas.

“Eu ando há 20km/h, pois tenho medo de perder a vida se esbarrar em um desses buracos”

O motociclista Neoli da Costa precisa passar todos os dias pela Av. Minas Gerais para ir e voltar do trabalho. Para ele passar pela via é como “arriscar a vida todos os dias”, devido às condições da avenida. Costa salientou ainda que apesar de haver risco de acidentes com carros em função dos buracos, para os motociclistas o problema é ainda maior. “Eu ando há 20km/h, pois tenho medo de perder a vida se esbarrar em um desses buracos. Para quem anda de carro, o dano maior geralmente é no automóvel, mas para gente que anda de moto, o corpo é que é arrebentado”, explica o motociclista.

De acordo com a a 16ª superintendência Regional do Daer – Departamento Autônomo de Estradas e Rodagens, os serviços começaram a ser programados nessa quarta-feira (30), quando a usina da empresa sob contrato iniciou a produção da massa asfaltica usinada a quente (Concreto Betuminoso Usinado a Quente).

A 16ª superintendência Regional do Daer justificou a demora para o início dos reparos alegando a falta de verba, “a realização de serviços pontuais de reconstrução na ERS-786 depende dos recursos da Secretaria da Fazenda, o que não depende do Daer”, disse em nota a 16ª superintendência.

Contudo, o Departamento não estipulou um prazo para a conclusão dos serviços.

 

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