Sexta, 20 Maio 2016 17:41

Moradores reclamam de alagamentos no balneário Nordeste

 

Administração Municipal garante que resolverá o problema

 

A rua 1 esquina com a rua Salvador Sul, balneário Nordeste, apresenta grande concentração de água parada, mesmo após a chuva. Os moradores chegaram a colocar objetos na calçada para conseguirem passar pelo o local sem encharcarem os pés. Diversas reclamações já foram feitas pela Administração Municipal e até agora nada foi feito para resolver o problema.

“Nós temos que andar de botas de borracha, as crianças chegam a perder aulas, já faz parte da nossa rotina lidarmos com os alagamentos, isso é triste”

Toda a vez que chove os moradores da rua 1 já sabem que terão problemas por pelo menos dez dias. Sem ter um local para escoamento, a água da chuva acaba concentrada no passeio público e só seca quando o sol é forte. A moradora Tereza da Silva diz que os alagamentos fazem parte da vida da comunidade. “Nós temos que andar de botas de borracha, as crianças chegam a perder aulas, já faz parte da nossa rotina lidarmos com os alagamentos, isso é triste”.

O morador Valdir Basei mora há 15 anos no balneário Nordeste, e ele diz que já cansou de pedir providências a Administração Municipal e até agora nada foi feito de efetivo. “A rua segue alagada até secar com o sol, a água parada fica por mais de dez dias, já estou cansado de pedir e não resolverem. Pago meus impostos, ainda assim,  eu mesmo estou pensando em comprar um caminhão de saibro e por na rua”, diz o morador.

“Eu hoje moro na rua 4,mas estou construindo casa aqui na rua 1, já me livrei da piscina em Novo Hamburgo, quebrei toda por causa da dengue, eu chego aqui e tem essa ‘piscina’ de água suja em frente a minha casa, não dá para agüentar”

Basei morava em Novo Hamburgo antes de vir para Mariluz, ele conta que em sua antiga casa tinha uma piscina, e mandou destruir a estrutura para evitar o risco de proliferação do mosquito da dengue, tamanha foi a sua surpresa quando viu que em seu novo lar conviveria com a água parada quase que diariamente. “Eu hoje moro na rua 4,mas estou construindo casa aqui na rua 1, já me livrei da piscina em Novo Hamburgo, quebrei toda por causa da dengue, eu chego aqui e tem essa ‘piscina’ de água suja em frente a minha casa, não dá para agüentar”, reclama o morador.

A preocupação do morador, em relação a dengue, é relevante, no entanto, é preciso lembrar que os ovos do mosquito só nascem em água limpa, por isso, as chances são pequenas de haver proliferação nos alagamentos. Contudo, o subprefeito de Mariluz explica que a capina na rua 1 deverá ser feita até a próxima semana se o tempo colaborar o que deverá facilitar o escoamento da água. Caso a rua siga alagada outras medidas serão tomadas. “Vamos fazer a capina e ver o que vai acontecer, acredito que a água irá escoar, se o problema persistir teremos que ‘mexer’ na estrutura da rua, uma das opões é fazermos o levantamento”, explica o subprefeito. 

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